Concurso Cultural Conte sua história com a STIHL

Conheça o livro "STIHL Brasil 40 anos"

Conte sua história com a STIHL

O concurso cultural "Conte sua História" encerrou suas participações em 30 de agosto de 2013. A partir do concurso, além da seleção das melhores histórias, a STIHL também lançou o livro "STIHL Brasil 40 anos", que conta toda a trajetória da empresa no país. Você pode lê-lo agora, na íntegra, em sua edição virtual:

Livro virtual "STIHL Brasil 40 anos" - confira agora

Você pode conhecer a história dos vencedores do concurso através dos vídeos ao lado. Abaixo, você encontra as histórias na íntegra:

Categoria Cliente: Anderson de Souza da Silva

Roçadeira especial
"No início de 2013, meu pai decidiu que iria comprar uma roçadeira para cuidar da propriedade que temos em Juiz de Fora (MG). Eu tinha boas referências da STIHL porque sou engenheiro agrônomo e já conhecia a marca desde 2009. Disse a ele que iríamos à loja da STIHL para comprar. Mas meu pai, teimoso e genioso como sempre, falou que preferia pesquisar outras marcas. Assim, visitamos diversas lojas atrás do equipamento. Ele olhava, pegava uma roçadeira, simulava o uso, mas não se contentava. Até que, finalmente, fomos à loja da STIHL e ele comprou uma roçadeira FS 350. Ficou tão entusiasmado que nem quis esperar o final da semana para que eu pudesse ir até o sítio ensinar como operar a ferramenta. Disse que o manual e a explicação do técnico eram mais do que suficientes. Assim, comprou o equipamento de proteção e partiu para a nossa "roça". Na semana seguinte, quando cheguei à propriedade, vi tudo limpo. E logo observei meu pai lá no meio do pasto, roçando de um lado para o outro. Ele veio falar comigo, todo entusiasmad"Que tal?". Respondi com outra pergunta: "Pai, o senhor fez isso tudo sozinho?". Ele sorriu e fez que sim com a cabeça. Disse que a máquina, apesar de forte, era leve e de uso simples. Quatro meses depois disso, ele veio a falecer por complicações de diabetes. Hoje, quem cuida da propriedade, nos finais de semana, somos meu irmão e eu. Não sei por que, mas quando uso o equipamento, cuidando da propriedade que meu pai tanto amava, me sinto bem, como se estivesse mais próximo dele. E acho que meu irmão tem a mesma sensação, que agora disputa comigo o uso da roçadeira. O uso desta roçadeira, de certa forma, trouxe momentos inesquecíveis com meu pai e me aproximou ainda mais do meu irmão. Isso me deixa feliz. Coincidência ou não, li a respeito deste concurso ao entrar no site da STIHL para pesquisar e comprar novas lâminas para poder fazer cortes diferentes. Foi assim que tive vontade de escrever esse pequeno relato da minha vida."

  • Categoria Colaborador: Vania Benetti Bose

Motosserra de família
"A STIHL fez parte de toda a minha infância. O equipamento de maior orgulho do meu pai era a sua motosserra STIHL. Fazia com que ele se lembrasse da coragem que precisou ter para largar um emprego convencional e ir trabalhar com corte de madeira. Ele fez um acordo com meus tios: compraria as terras deles e iria pagando, aos poucos, com o dinheiro que ganhasse na atividade madeireira. Minha mãe sempre lembra que foram tempos difíceis, afinal, além das dívidas, eles tinham quatro filhos para alimentar. Mesmo assim, ele conseguiu quitar cada uma das propriedades que adquiriu. Ele era o único que tinha um equipamento desse tipo na região e me lembro dele ter muito orgulho desse serviço. A motosserra era tão importante que ficava dentro de casa, junto com a família. Não é à toa que cresci com a ideia de que a STIHL é a melhor marca e que, só com muito trabalho, se conquista alguma coisa na vida. Meu pai sempre foi um homem sério e muito trabalhador. Ele sabia que eu fazia faculdade, mas não sabia muito bem qual. Quando comecei a trabalhar na STIHL, ele saiu espalhando para todo mundo onde eu estava empregada. Sempre que ia visitá-lo ele dizi"Faz teu trabalho certinho lá, é uma empresa muito boa, não podes perder esta oportunidade". Ele nunca conheceu a empresa STIHL em si, apenas fazia relação com a motosserra que tinha. Faz 20 anos que trabalho na companhia e posso dizer que, assim como ele, construí minha história de vida com a STIHL. Meu pai faleceu há algum tempo, mas a velha motosserra ainda deve estar por lá. Como minha mãe não consegue usá-la, agora comprou um modelo mais leve. Ela está com 72 anos, porém diz que sempre tem uma lenha para cortar ou uma árvore para podar e não quer depender de ninguém. Novos tempos, novas utilidades, mas sempre STIHL."

  • Categoria Ponto de Venda: Luiz Carlos Paz

O garoto da chuva
"Em julho de 2008 aconteceu a formatura do Curso PAGE (Programa de Atualização de Gerentes Executivos) na fábrica da STIHL, em São Leopoldo (RS). Eu viajei com a expectativa de um garoto que joga bola na chuva e deseja o primeiro chute. Ao chegar, fiquei impressionado com a imponência da fábrica, o restaurante, a sala onde aconteceu a formatura e os prédios onde são fabricados os cilindros: tudo maravilhoso. Fiquei emocionado. Os colegas de turma ficaram felizes também e perguntaram por que eu chorava. Disse: 'Sei que vivo cada momento como o garoto que brinca na chuva. Fiz coisas importantes sem ser importante, como estar aqui. Quem sou eu para estar aqui? Sou apenas o garoto da chuva!'. Nunca esquecerei aquele dia, porque foi o momento de me deliciar com uma vitória. Não foi fácil me tornar uma concessionária STIHL. Comprei 20 cartões de orelhão, em 2005, até conseguir falar com o responsável pelo departamento de vendas da Região Sudeste. Quando ele veio à oficina e viu minha vontade e garra, nomeou-me revendedor autorizado. Crescemos, passamos maus momentos, mas hoje estamos alcançando nossas metas. Tenho orgulho e um sentimento verdadeiro de paixão pelo que faço. E o que faço é ser STIHL. Em cada entrega técnica que realizo, vejo nos olhos do nosso cliente a satisfação de estar frente à frente com a solução de seu problema. Quando visitei a fábrica, olhava tudo aquilo e dizi'Meu Deus, eu faço parte de tudo isso, trabalho para que todos os dias essa empresa abençoada continue a crescer. Posso bater no peito e dizer que sou mais uma formiguinha desse enorme formigueiro chamado STIHL!'"

  • Categoria Fornecedor: Maria Ines Motta Cerveira

Som de motosserra
"Eu tinha de oito para nove anos. Era uma menina simples do interior e já trabalhava com meu pai na lavoura. Lembro-me de escutar ao longe o barulho das motosserras, desbravando os matos de eucalipto. Meu pai, às vezes, dizi"Esse aparelho só pode ser STIHL! Só pelo ruído do motor dá pra saber que é a melhor". Para mim, STIHL era uma fábrica de motosserras. Não tinha a menor ideia da variedade de produtos que eram produzidos pela marca. O tempo passou e, aos 32 anos, mudei para cidade de São Leopoldo (RS), onde está instalada a grande empresa STIHL. Consegui emprego em uma Agência Franqueada de Correios, a qual atendia a STIHL em alguns setores, como no envio de informativos. Depois de alguns anos, tornei-me gerente comercial e tive a oportunidade de atender diretamente essa conceituada empresa e, por isso, pude fazer uma visita à fábrica. Foi incrível, me senti de volta ao passadória. Conheci vários setores e, aos poucos, fui agregando valor aos serviços prestados, fortalecendo o relacionamento com os Correios. Tive a felicidade de me reunir com os setores de Marketing e Expedição, para trocarmos ideias, ajustando as melhores maneiras de envios, considerando valor, prazo e satisfação dos clientes da STIHL. Do simples atendimento, acabamos formalizando um contrato. O trabalho em parceria com a STIHL já acontece há 22 anos, e eu estou nesse processo há 16. Para mim, a STIHL representa o desenvolvimento daquela menina do interior, que identificava o ruído da motosserra ao longe. Hoje, temos um trabalho contínuo e tornei-me uma mulher empreendedora, que luta pelos seus objetivos com base na simplicidade, comprometimento e valorização."

  • Categoria Outros: Juvenal Oliveira de Sena

Especialista em roçadeira
"Em 2001, eu trabalhava em uma fazenda de graviola, em Teolândia (BA). Tinha acabado de chegar à cidade, fugindo de uma situação de desemprego. Quando o dono da propriedade comprou uma roçadeira FS 160, me esforcei para entender como funcionava aquela máquina. Lembro-me de ter estudado bem o manual que veio com o equipamento. E por causa do meu empenho, acabei me tornando operador de roçadeira da fazendável pela manutenção e tudo. Um ano depois, quando retornei a minha cidade natal, Canavieiras (BA), acabei conseguindo um emprego, graças à experiência adquirida em Teolândia. A prefeitura da cidade precisava de alguém que fosse capaz de consertar dois equipamentos da STIHL, uma FS 160 e outra FS 220. Como eu identifiquei o problema prontamente, acabei virando mecânico das roçadeiras e cabo de turma. Foram dez anos de trabalho na Prefeitura de Canavieiras. Atualmente, moro em Vitória (ES) e atuo numa empresa de serviços, posto obtido também por causa da minha história com a STIHL. Hoje agradeço a Deus e à STIHL, porque, desde que comecei a trabalhar com as roçadeiras da marca, não sei o que é ficar desempregado."

Livro STIHL 40 anos

Livro STIHL Brasil 40 anos

Conheça a trajetória da STIHL no Brasil.

Clique aqui para conhecer o livro
Conheça a história da Vânia Bose

"Motosserra de família"

Conheça a hístória de Vania Bose
Conheça a história de Juvenal

"Especialista em roçadeira"

Conheça a história de Juvenal de Sena